A defensora pública Fernanda Apolônio Nóbrega assumiu a vice-presidência do Conselho Estadual dos Direitos Humanos da Paraíba (CEDH/PB) para um mandato de dois anos. A homologação da eleição ocorreu durante reunião extraordinária realizada em 3 de agosto, em função da vacância da diretoria desde novembro de 2025.
Representando a Defensoria Pública do Estado da Paraíba (DPE-PB), Fernanda integrou chapa única, eleita para conduzir o conselho no próximo biênio. A suplência da vaga ocupada por ela é da assistente social da DPE-PB, Céu Palmeira.
A nova diretoria é composta por Eduardo Tadeu Brunello, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (SEDH/PB), na presidência; Fernanda Apolônio Nóbrega, da DPE-PB, na vice-presidência; Victor Bruno Alves Leonardo, do Centro de Defesa dos Direitos Humanos Dom Oscar Romero (CEDHOR), na tesouraria; Ronildo Monteiro, da Casa Pequeno Davi, como primeiro secretário; e Diana Freitas de Andrade, da Defensoria Pública da União (DPU), como segunda secretária.
Na ocasião, Fernanda destacou sua trajetória na Coordenadoria de Direitos Humanos da DPE-PB, iniciada em 2024, além de sua atuação no interior do Estado, na comarca de Juazeirinho.
Ao comentar a eleição, a nova vice-presidente do CEDH/PB manifestou sua satisfação e o compromisso de fortalecer a atuação do conselho. “Fico agradecida a todas as pessoas que acreditam no trabalho que venho desenvolvendo desde que cheguei à Defensoria. Nosso objetivo é garantir a representatividade da sociedade civil e de órgãos governamentais, com foco também em questões de gênero. Para isso, contamos com a colaboração e o empenho de todos e todas as conselheiras na continuidade das ações desse importante órgão”, pontuou.
PRIMEIRA REUNIÃO – A diretoria recém-eleita foi apresentada aos integrantes da Gerência Executiva de Direitos Humanos (GEDH), vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (SEDH), durante sua reunião inaugural, realizada na última sexta-feira (21).
Na oportunidade, foram alinhadas pautas prioritárias para a sessão ordinária prevista para 31 de agosto, entre elas a estruturação de conselhos internos, o mapeamento de demandas da população, a regularização das vagas do órgão, a integração de novas instituições públicas e a operacionalização das dez comissões permanentes.
Texto: Luiz Filho
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