
O projeto tem como objetivo criar um espaço dedicado ao desenvolvimento de atividades pedagógicas voltadas ao enfrentamento da violência contra as mulheres. A prateleira reúne livros, cartilhas e outras publicações sobre o tema, além de obras de autoria feminina em diversas áreas do conhecimento.
“É nesse espaço que, por meio da educação, as mentalidades do machismo e do racismo estruturais serão desconstruídas. E é também aqui que a liberdade, a igualdade de gênero e o respeito entre homens e mulheres serão construídos”, destacou Regina Célia.

Em vídeo exibido durante o evento, Maria da Penha reforçou a relevância da ação. “Esse projeto é, para mim, de extrema importância. Eu acredito na força da educação, baseada no respeito, no valor humano e na construção de uma sociedade mais justa, digna e pacífica para todos. Que possamos, juntos, somar esforços pelo fim da violência doméstica e do feminicídio”, declarou.
Também participaram do evento de assinatura a diretora da Escola Superior da Defensoria, Monaliza Montinegro; a defensora do Núcleo Especial de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher (Nudem), Valéria Onófre; a psicóloga do Nudem, Vanilda Luna; e a ouvidora-geral Inise Machado, responsável pela articulação com o IMP, que viabilizou a implantação do projeto na Defensoria.

“Nós a trouxemos pra gente engajar os jovens de hoje, que é o povo do futuro. A gente precisa ter esse olhar alargado para compreender que os jovens precisam participar de rodas de conversa e estar atentos aos seus direitos, a justiça e a cidadania, que toda mulher, especialmente, precisa ter consciência”, comentou a ouvidora-geral, Inise Machado.
Texto: Felipe Bezerra
Fotos: Roberto Marcelo
















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