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Defensoria Pública e Iesp firmam parceria para instalação de Centro de Conciliação

A Defensoria Pública da Paraíba-DPPB e o Iesp firmaram um convênio visando à instalação de um Centro de Conciliação e Mediação no Núcleo de Atendimento da DPPB em Cabedelo, recém-inaugurado. A expectativa é que as atividades comecem ainda neste mês de fevereiro.

Encontro nesse sentido foi realizado na sede da instituição em João Pessoa, na segunda-feira, 5, contando com a presença da defensora pública-geral Madalena Abrantes, do defensor público Gerardo Rabello, da coordenadora adjunta do curso de Direito do Iesp, Mariana Tavares de Melo, do professor Marcel Luz e do juiz Bruno Azevedo, que também é docente do Iesp.

Para Madalena Abrantes, essa é mais uma medida importante da Defensoria Pública com o objetivo de incentivar a prática do consenso e a resolução de conflitos de interesse sem que se busque a via judicial. No ano passado, a DPPB viabilizou um curso de conciliação e mediação extrajudicial exclusivamente para os defensores públicos e essa capacitação será retomada neste primeiro semestre, com turmas em Patos e Campina Grande.

RESPONSABILIDADE SOCIAL


Segundo a professora Mariana Tavares, o Iesp já desenvolve atividades de responsabilidade social envolvendo os estudantes da instituição, sob coordenação de professores, e o convênio com a Defensoria Pública é mais uma iniciativa que fortalece esse projeto.

“O Iesp desenvolve um trabalho, na verdade, de responsabilidade social, uma vez que é uma instituição privada, mas que tem toda essa preocupação e essa contrapartida com a sociedade para oferecer serviços jurídicos de maneira bem mais difundida e de forma gratuita para a população ter maior acesso à justiça”.

Já o juiz Bruno Azevedo, que também é diretor-adjunto do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça da Paraíba, destacou a importância do convênio.

“Com a implementação desse Centro de Conciliação e Mediação em Cabedelo, a Defensoria Pública se engaja a uma das principais políticas difundidas pelo Poder Judiciário, através do CNJ, que é promover a conciliação e a mediação, evitando que as causas cheguem à Justiça, fomentando ainda a chamada cultural de paz”, declarou.